UERJ


A história da Universidade do Estado do Rio de Janeiro começa em 1950, com a fundação da Universidade do Distrito Federal (UDF). Ao longo dessas décadas, a UERJ cresceu e firmou-se como uma das principais universidades do país. Sua preocupação com o atendimento ao público e o aprimoramento constante de seus serviços fez com que a Universidade fosse pioneira na criação de uma Ouvidoria própria: foi a primeira universidade pública do Estado do Rio de Janeiro a criar essa instância de exercício da cidadania. Instituição pública, sua missão se baseia em princípios de igualdade e pluralidade: também foi precursora na implantação do sistema de reserva de vagas para ingresso via vestibular.

A definição das políticas culturais da Universidade cabe ao Departamento Cultural da Sub-reitoria de Extensão e Cultura. O Decult é a unidade de administração central da UERJ responsável por planejar, assessorar e executar projetos e ações de natureza artística e cultural, além de administrar os equipamentos destinados a tais atividades. Os espaços culturais da UERJ incluem o Centro Cultural (composto por galeria de exposições, salões, auditório, teatro, ateliê e salas multifuncionais), o Teatro Odylo Costa, filho, a Galeria Candido Portinari, a Concha Acústica e o Ecomuseu Ilha Grande, que compreende Centro Multimídia, Museu do Cárcere, Museu do Meio Ambiente e Parque Botânico.

Contando com uma equipe multidisciplinar, o Decult possui uma direção central e se organiza em quatro setores: a Coordenadoria de Exposições (COEXPA) responde pela ocupação dos espaços expositivos da Universidade, planejando e executando um cronograma anual de mostras; a Coordenadoria de Artes e Oficinas de Criação (COART) tem como objetivo desenvolver aptidões por meio de distintas linguagens artísticas, oferecendo cursos a alunos, professores, funcionários e público em geral; a Divisão de Teatro visa a promover o desenvolvimento das artes cênicas e performáticas, favorecendo o intercâmbio artístico e cultural entre a Universidade e a sociedade; e o Ecomuseu Ilha Grande, localizado em Vila Dois Rios, que desenvolve ações e atividades de pesquisa voltadas à preservação e difusão de conhecimentos relacionados ao meio ambiente, à história e à vida sociocultural da Ilha.

Saiba mais sobre como foi a participação da UERJ no Fest-FIC

Mostra, COART!

A Mostra, COART! movimentou o Centro Cultural da UERJ em vários dias do Fest-FIC com apresentações de diversos trabalhos das oficinas de arte, música, dança, fotografia e teatro, todos sob a supervisão de Ilana Linhales.

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Oficina de Hortas

A Oficina de Hortas com Vera Lúcia da Silva ocorreu na varanda do salão 01 do Centro Cultural da UERJ, no dia 3 de julho, e proporcionou o conhecimento de técnicas para que o público possa construir suas próprias hortas caseiras.

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Ah! Banda

O grupo “Ah! Banda” levou o show “Identidade” ao salão 02 do Centro Cultural da UERJ, no dia 3 de julho, encantando o público com seu repertório repleto de músicas da MPB.

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AH BANDA

 

Aluísio Machado

No dia 6 de julho, aconteceu, no salão 02 do Centro Cultural da UERJ, o lançamento do livro “Aluísio Machado: sambista de fato, rebelde por direito”, de Ricardo Leitão, com show do cantor, que sambou e encantou o público com seu repertório.

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Oficinas Brincantes no IFF

Durante o Fest-FIC, o IFF (Campus Campos-Resende) recebeu Angélica Liaño com sua Oficina Brincante, atividade na qual crianças e adultos puderam criar brinquedos reaproveitando materiais.

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Exposições no campus Maracanã

As exposições, que foram um sucesso no Fest-FIC ainda estão abertas à visitação. A mostra “Desenhando tanto coisa, vai-se descobrindo tudo” apresenta obras de Fernando Diniz e pode ser vista até o dia 19 de agosto, na Galeria Candido Portinari. Já “Primeiros Olhares”, que reúne fotografias dos alunos do curso de Comunicação Social da UERJ sobre o cotidiano, acontece na Galeria Gustavo Schnoor, até o dia 07 de agosto. No salão 01 do Centro Cultural, o público pode visitar, até o dia 31 de julho, a exposição “Imagens Impressas”, com pinturas de Santiago Melo Santa Ana.

Desenhando tanta coisa, vai-se descobrindo tudo
Desenhando tanta coisa, vai-se descobrindo tudo
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Primeiros Olhares
Imagens Impressas
Imagens Impressas

 

Ecomuseu Recicla

O Ecomuseu Ilha Grande participou do Fest-FIC com a exposição “Ecomuseu Recicla”, que fica aberta à visitação no Centro Cultural Constantino Cokotós (Vila Abraão, Ilha Grande) até o dia 15 de julho, de 9h às 17h, apresentando obras provenientes de oficinas de artesanato sustentável feitas em Vila Dois Rios, sob a curadoria de Ricardo Lima.

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“O Marinheiro” fechou a programação da UERJ no Fest-FIC 2015

Beleza e sobriedade na montagem da peça O Marinheiro, na Sala Ester Leão, no Centro de Letras e Artes da UNIRIO, na noite do dia 11 de julho. O grupo Mirateatro, da UERJ, dirigido por Nanci de Freitas, emocionou a plateia durante a apresentação do poema dramático de Fernando Pessoa. O espetáculo, que absorve três mulheres nas teias da ficção, mesclando fantasia e realidade, passado e futuro, encerra a programação teatral da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, no Fest-FIC.

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Rock progressivo agitou o Teatro da UERJ

A banda de rock Ícones do Progressivo arrancou aplausos calorosos da plateia na noite de 10 de julho, no Teatro Odylo Costa, filho. O grupo, formado por Élcio Cáfaro, Luiz Zamith, Paulo Menezes, Paulo Teles e Roberto Ovalle, começou o show com releituras de clássicos consagrados do Yes, Genesis e Focus. Na sequência, apresentação impecável de duas musicas autorais e mais som instrumental de Steve Hackett, Emerson Lake and Palmer e Jethro Tull. Uma viagem inesquecível aos anos 1970, fechando a programação musical do Fest-FIC, na UERJ.

 

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Performance convidou público a participar

A performance Conjugados movimentou o hall dos elevadores da UERJ, no dia 10 de julho, durante o Fest-FIC. Alexandre Sá e Daniela Mattos despertaram a curiosidade do público, circulando entre dois pontos específicos, escrevendo palavras em folhas de papel. Ao final, a plateia presente também participou, contribuindo com pequenas frases e desenhos.

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Exposições levaram cultura indígena ao IFF

A exposição “Escola indígena intercultural” permite ao visitante refletir sobre a relação dos índios com a ciência, tecnologia e os conhecimentos, discutindo o conceito de interculturalidade.

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A mostra fotográfica “Tem índio no Rio” exibe o cotidiano dos Guaraní Mbyá das aldeias do Rio de Janeiro.

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Já “Sem livros indígenas ou cem livros indígenas?” apresenta a produção escrita dos índios nos últimos anos. A exposição faz parte do programa Proíndio da UERJ e está em itinerância.

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As três mostras estão abertas ao público no IFF Campos-Centro até 17 de julho.

 

Sarau empolga na UERJ

Som, ritmo, poesia e muita empolgação durante a realização do Sarau Happy UERJ, no Teatro Odylo Costa, filho, no dia 8 de julho. A noite começou com performances em estilos diversos de Gustavo Mascarenhas, Marina Lauin e Marcondes Mesqueu. Na sequência, apresentação de Ilana Linhales ao piano, seguida das bandas de MPB de Tatiana Agra e Luciane Dom, além do rock dos grupos Parachoques, Pizza Pie e Rock de 2. Sem falar no microfone, que permaneceu aberto durante o evento, para a participação do público.

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Kung-fu na UERJ

Leveza e precisão de movimentos na apresentação do mestre de Kung fu, Ronaldo Meireles, na manhã de 8 de julho, no hall dos elevadores da UERJ, durante o Fest-FIC. A prática milenar chinesa, busca a união entre mente, espírito e corpo, fazendo desta arte, um caminho para o equilíbrio das energias complementares do yin e yang, presentes no símbolo taoísta.

 

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Teatro da UERJ é conquistado por grupos de dança

Apostando na diversidade de ideias, sentimentos e emoções, o espetáculo Conexões Dançantes conquistou a plateia do Teatro Odylo Costa, filho na noite do dia 7 de julho. Com direção de Maria Lúcia Galvão, Maria Inês Galvão e Aline Barros, os grupos Kinesis – Núcleo de Artes Cênicas da UERJ, Cia de Repertório de Dança e Corpo Estranho da UFRJ, promoveram momentos de poesia e sensualidade. Ao final, uma homenagem aos 450 anos do Rio de Janeiro, ao som do inesquecível Tim Maia.

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Performance ocupou jardim

Fios e tramas ocuparam o jardim da capela da UERJ, com a performance Traços do Feminino: Tensões Patriarcais e Enlaces Corporais, no dia 7 de julho, durante o Fest-FIC. Isabela Frade e o coletivo O Círculo discutem a questão do feminino, sugerindo o alinhamento com o outro, como modo potencialmente libertador.

 

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